" Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". João 3.16

Livro: Despertando Para Vencer




  

                                          
                                           DESPERTANDO PARA VENCER
                         Vencendo o "sono espiritual" pela Palavra de Deus.

Por: Emanuel G. Lucena

     


     Você perdeu o prazer de estar na Casa de Deus, não sente mais aquela alegria
de quando aceitou a Cristo ou se sente fraco e pensa em desistir? Este livro
o ajudará a identificar, combater e vencer o “sono espiritual” que tem levado muitas 
pessoas ao fracasso e a decadência espiritual, afastando-as de Deus e trazendo-lhes 
doenças, tristezas, angustias e diversos outros tipos de males; o levará a ter uma nova
visão de si mesmo e a alcançar um despertamento espiritual genuíno, pois a Bíblia
 (Inerrante Palavra de Deus) é a única base para as questões aqui abordadas. 

                    
                              Lembre-se: Você nasceu para vencer! 

 “E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; 
    porque a nossa salva-ção está agora mais perto de nós do que quando 
                                 aceitamos a fé.”     Romanos 13.11.




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O Sol da Justiça


Mal 4:2 Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.

    O sol da justiça é uma das formas que os profetas se referiram aquele que havia de vir, o Cristo. Não é por acaso que a Bíblia compara Jesus, o Verbo que se fez carne, o todo poderoso Criador do Universo, com o sol. O sol é a fonte geradora de luz e calor para a terra e a origem destes pré-requisitos vitais no nosso planeta. O sol tem luz própria, ele não depende de outro astro para emanar luz e sem ele não há vida. Assim como Deus criou o sol para governar o dia, Ele também criou a lua para governar a noite. A lua é totalmente diferente do sol, pois não tem luz própria. O mais incrível é que a lua ilumina a terra à noite, já que reflete a luz do sol. A lua é a Igreja, que depende do sol (Cristo) para poder emitir luz. Sem Cristo não há luz no homem, nossas lâmpadas se apagam. Ser luz significa expressar as virtudes do Espírito de Cristo em qualquer lugar que estejamos, viver no espírito, dependendo de Deus para todas as coisas. Mas então fazemos a pergunta crucial: como posso emitir a luz de Cristo? 

O Último Folheto.

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na
igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela
cidade e entregavam folhetos evangelhísticos.

Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor
e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia
muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se
agasalhou e disse:

-'Ok, papai, estou pronto.'

E seu pai perguntou:

-'Pronto para quê?'

-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e
sairmos. '

Seu pai respondeu:

-'Filho, está muito frio lá fora e também está
chovendo muito. '

O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:

-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até
mesmo em dias de chuva?'

Seu pai respondeu:

-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '

Triste, o menino perguntou:

-'Pai, eu posso ir? Por favor!'

Seu pai hesitou por um momento e depois disse:

-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome
cuidado, filho. '

-'Obrigado, pai!'

Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de
onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em
porta entregando folhetos evangelhísticos a todos que
via.

Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava
todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou
na esquina e procurou por alguém para entregar o
folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu
e caminhou pela calçada até a porta e tocou a
campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém
respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas
ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve
resposta.

Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para
ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se
virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta
bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali
na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se
abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora
idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou
gentilmente:

-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'

Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo
dela, este pequeno menino disse:

-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu
só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim
aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe
dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '

Então ele entregou o seu último folheto e se virou
para ir embora.

Ela o chamou e disse:

-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'

Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai
Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele
perguntou:

- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'

Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora
idosa se pôs de pé.Conforme ela começou a falar, um
olhar glorioso transparecia em seu rosto.

- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive
aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era
cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me
totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado,
sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha
decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da
linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de
viver.

Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as
escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda
numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a
outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé
naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu
estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque
da campainha me assustou. Eu pensei:

-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá
embora. '

Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente;
depois a pessoa que estava tocando também começou a
bater bem forte. Eu pensei:

-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha
da minha casa ou vem me visitar. '

Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção
à porta,enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude
acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais
radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu
SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As
palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu
coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA
A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA
MUITO. '

Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho
em minhas mãos. Conforme aquele anjinho desaparecia no
frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li
cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão
para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria
precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma
FILHA FELIZ DO REI!!!

Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste
folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO
ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha
alma de uma eternidade no inferno. '

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na
igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI
ecoaram por todo o edifício,o Papai Pastor desceu do
púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu
anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos
braços e chorou copiosamente.

Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão
glorioso como este e provavelmente este universo nunca
viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa
do seu filho... Exceto um. Este PAI também permitiu
que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso.
Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo
indescritível, todo o Céu gritou louvores e honra ao
Rei, o PAI assentou o Seu Filho num trono acima de
todo principado e potestade e lhe deu um nome que é
acima de todo Nome.

Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem.
Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a
adiante.

Lembre-se: a mensagem de DEUS pode fazer a diferença
na vida de alguém próximo a você.

SE ENTENDEREM O CONTEXTO DESTE E-MAIL, É PROVÁVEL QUE ESTE E SUA CASA SEJAM SALVOS, POIS RECONHECERÃO O
MOTIVO DA EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO O HOMEM MAIS
CONHECIDO DO MUNDO.

Atos dos Apóstolos 16:31

Não tenha medo ou vergonha de compartilhar esta
mensagem maravilhosa.

Que DEUS abençoe a todos!!!

Como evangelizar com folhetos?!

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É necessário aprender a usar os folhetos sabiamente, uma vez que é uma estratégia bastante utilizada pelas igrejas.
É comum vermos irmãos distribuindo folhetos evangelísticos nas ruas, nos terminais de ônibus, nos trens, nas praças, enfim, onde houver um grande número de pessoas passando, ali sempre há um cristão evangelizando com folhetos. Existe uma grande variedade de folhetos evangelísticos, tratando dos mais diversos assuntos, e esta é uma questão a ser observada. Mutias igrejas que utilizam este recursos não se preocupam em analisar o tipo de mensagem que aquele folheto traz e, às vezes, distribuem folhetos aleatoriamente, sem ênfase na mensagem que se quer transmitir.É por isso que sempre vemos pessoas recebendo e jogando o folheto no chão, ou no lixo, ou dobrando e guardando dentro da bolsa, não dando a devida atenção à mensagem. Pelo fato de simplesmente entregar um folheto e falar “Jesus te ama” é que a parcela de pessoas que foram alcançadas através da mensagem de um folheto é bem pequena. Há casos até que a pessoa abordada respondeu “eu sei que Jesus me ama, se não fosse isso eu não estaria aqui”. É preciso fazer uma abordagem equilibrada e ter prontidão para uma resposta sábia emcasos assim.
Vamos pensar em alguns pontos que precisam ser observados na evangelização com folhetos:
1- A simples entrega de um folheto não funciona; a menos que esteja acompanhada de uma explicação da mensagem nele ontida.
2- Existem vários tipos de pessoas passando pelos mais variados problemas. Entao não podemos ter apenas um folheto abordando um tema específico, pois ele não vai alcançar todos.
3 – Mesmo para uma evangelização com folhetos, devemos ter um planejamento para utilizar da melhor forma os recursos que ele me oferece.
Vamos organizar algumas idéias para uma evangelização utilizando folhetos:
Primeiro Passo – O Local: Pense primeiro onde você vai distribuir este folheto. Uma praça, um parque, na porta de uma escola?
Segundo Passo – O Público: Que tipo de pessoas passam ou frequentam este local? Crianças, jovens, adultos, idosos?
Terceiro Passo – O Folheto: Se o local é frequentado por diversos tipos de pessoas, você precisa ter vários folhetos que falem a linguagem de cada um desses grupos. Um folheto para crianças; um folheto para adolescentes; um folheto para jovens; um para adultos; um folheto para a terceirta idade. Desta maneira você terá em mãos material suficiente para evangelizar neste local.
Quarto Passo – Abordagem: Quando falamos em evangelização com folhetos, o ponto principal a ser preparado é uma boa abordagem. São os argumentos utilizados que devem levar em conta a mensagem do folheto, a pessoa a quem será direcionada a mensagem e a maneira como vamos transmitir esta mensagem.
Lembre-se que um folheto por si não vai causar um impacto na vida de quem o recebe, mas quando este folheto fala de algo que a pessoa vive, e quando ela entende o que nele está escrito, isso pode mudar o rumo de sua vida!
A Lifewords tem uma variedade de folhetos para você evangelizar, abordando temas, datas, situações diferentes. Conheça este folhetos, escolha o de sua preferência e faça um planejamento para ganhar almas para o Reino de Deus.
Fonte: www.lifewords.info/brasil

O Avivamento da Rua Azusa, 312, Los Angeles, Califórrnia, EUA (1906)

O avivamento da rua Azusa. 1-7
 

O avivamento da rua Azusa. 2-7
 
O avivamento da rua Azusa. 3-7
 

O avivamento da rua Azusa. 4-7
 

O avivamento da rua Azusa. 5-7

O avivamento da rua Azusa. 6-7

O avivamento da rua Azusa. 7-7



William Seymour e a Rua Azusa




William J. Seymour
Muitas igrejas têm orado para um Pentecoste, e o Pentecoste veio. A pergunta agora é, será que elas aceitarão? Deus respondeu de uma forma que elas não procuraram. Ele veio de uma forma humilde, como no passado, nascido em uma manjedoura. - The Apostolic Faith, setembro de 1906
Agora só uma palavra relativa ao irmão Seymour, que é o líder do movimento debaixo de Deus. Ele é o homem mais manso que eu já encontrei. Ele caminha e conversa com Deus. O poder dele está na sua fraqueza. Ele parece manter uma dependência de Deus e é tão simples como uma pequena criança, e ao mesmo tempo ele está tão cheio de Deus que você sente o amor e o poder toda vez que você chegar perto dele. - W H Durham, The Apostolic Faith, fevereiro / marco de 1907
O avivamento da Rua Azusa, 312, na cidade de Los Angeles - EUA, tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos cerca de 660 milhões de cristãos evangélicos no mundo, cerca de 600 milhões pertençam a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa (Pentecostais, Carismáticos, Terceira-Onda etc).1
O início do avivamento começou com o ministério de Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas, EUA. Depois de estudar o livro de "Atos dos Apóstolos" (Bíblia), os alunos da escola começaram buscar o "Batismo com o Espírito Santo", e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em "línguas estranhas". Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.2
Nesta época, as "Igrejas Holiness" ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo com o Espírito Santo, a chamada "segunda benção", significava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de "poder sobrenatural". Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do Batismo com o Espírito Santo. A mensagem do Parham, porém, foi que o Batismo com o Espírito Santo deve ser acompanhado do sinal miraculoso de falar em "línguas estranhas".
Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou a pregar sobre o Batismo com o Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas, EUA.
Um dos alunos desta escola foi o William J. Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos. Seymour estava pastoreando uma pequena Igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo em sua vida.
Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder freqüentar a escola. Ele não foi autorizado a ficar na sala de aula com os alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas no corredor da escola. Seymour também não pôde orar nem receber oração com os outros alunos, e conseqüentemente, não recebeu o Batismo com o Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.
Uma pequena Congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar em sua Igreja, mas quando ele chegou e pregou sobre o Batismo com o Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.
Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asbery. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."1
Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o Batismo com o Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.
Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou a cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.
A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotado com pessoas buscando o Batismo com o Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o Batismo e o dom de línguas.
Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:
Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas caiaram debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.1

Rua Azusa, 312
Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brae estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906.
Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.
Num folheto escrito em novembro de 1905, Barteman escreveu:
A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz"...
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?3
O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam por alguns meses em sua igreja, até que ele foi demitido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour. Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:
Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixonados por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito. Todas estavam nas mãos de homens. O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhado. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.3
O interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.
Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostas de orações, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:
"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidades. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."4
Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:
O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele costumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase a qualquer hora da noite ou do dia. O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano. Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.
Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós não tivemos nenhum "respeito das pessoas." O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais. Nenhuma carne poderia se gloriar na presença dele. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dele.3
Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões virem para poderem experimentarem aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vieram dos Estados Unidos e do Canadá, missionários de outros países ouviram sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência "Pentecostal" foram levadas às nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movimento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades dos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.5
A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida em que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do Batismo com Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.
Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenedores.
O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu Batismo com o Espírito Santo em Azusa, formando missionários em sua Igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembleia de Deus dos EUA), Daniel Berg (fundador da Assembleia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).6

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

EBD2T2011.jpg                   EBD

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 2011

2º TRIMESTRE



Não percam as lições deste trimestre.!!!


Todos os domingos às 9:00h

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Congregação de Canas

Av. 22 de Março, 123 - Centro - Canas/SP 




 
 
 
 
 
TEMA:MOVIMENTO PENTECOSTAL AS DOUTRINAS DA NOSSA FÉ

COMENTARISTA:Pr.ELIENAI CABRAL

01 – QUEM É O ESPIRITO SANTO
02 – NOME, SIMBOLO, DO ESPIRITO SANTO
03 – O QUE É O BATISMO NO ESPIRITO SANTO
04 – ESPIRITO SANTO AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DEUS
05 – A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS
06 – DONS ESPIRITUAIS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS
07 – OS DONS DE PODER
08 – O GENUINO CULTO PENTECOSTAL
09 – A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL
10 – ASSEMBLÉIA DE DEUS, CEM ANOS DE PENTECOSTE

COMENTARISTA DESTAS LIÇÕES ABAIXO:- PR. ANTONIO GILBERTO E PR. ISAEL DE ARAUJO

11 – UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL
12 – CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL
13 – AVIVA O SENHOR A TUA OBRA.



                  1º Trimestre de 2011



 Lição 1: Atos — A ação do Espírito Santo através da Igreja
 Lição 2: A ascensão de Cristo e a promessa de Sua vinda
 Lição 3: O derramamento do Espírito Santo no Pentecostes
 Lição 4: O poder irresistível da comunhão na Igreja
 Lição 5: Sinais e maravilhas na Igreja
 Lição 6: A importância da disciplina na Igreja
 Lição 7: Assistência Social, um importante negócio
 Lição 8: Quando a Igreja de Cristo é perseguida
 Lição 9: A conversão de Paulo
 Lição 10: O Evangelho propaga-se entre os gentios
 Lição 11: O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo
 Lição 12: As viagens missionárias de Paulo
 Lição 13: Paulo testifica de Cristo em Roma


HISTÓRICO DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore
A história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço.

Movimento mundial 

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)